Respondendo a discurso iludido de esquerda no Instagram https://www.instagram.com/reel/DazUDaDNBTZ/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==
https://www.instagram.com/reel/DazUDaDNBTZ/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==
Espero no ser excluido, en nombre de la libertad y el derecho a opinar diferente... Un discurso bonito, sin duda. Pero quizás precisamente por eso valga la pena mirar más allá del discurso y preguntarnos qué sucede cuando esas promesas llegan al poder... La experiencia histórica de regímenes que se han presentado en nombre del socialismo o del comunismo revela, en muchos casos, un camino preocupante: concentración del poder, corrupción, incompetencia en la gestión, represión de la prensa libre y restricciones a las libertades y a los derechos democráticos.,, Tal vez sea más digno —y también más valiente— preguntarnos por qué tantas personas están dejando de creer en ese discurso que seduce con sus promesas de igualdad, libertad y justicia social, pero que tantas veces, en la práctica, termina produciendo precisamente lo contrario... Basta mirar con honestidad a Cuba. Mirar la realidad del pueblo brasileño y mexicano. Y observar lo que ocurrió en Venezuela y Nicaragua después de que sus pueblos depositaran sus esperanzas en promesas de libertad, prosperidad y justicia social.,, No se trata de defender ciegamente a la derecha frente a la izquierda, ni de creer que uno de los dos lados posee todas las respuestas. Se trata de no permitir que ninguna ideología se vuelva más importante que la realidad.,, Al final, quizás el verdadero compromiso con la libertad consista en tener el valor de cuestionar nuestro propio discurso —sobre todo cuando los hechos comienzan a contradecirlo.
Há ainda uma contradição que considero impossível ignorar: é muito interessante observar como alguns dos mais fervorosos defensores de modelos socialistas e comunistas, especialmente entre as elites dirigentes, acabam mantendo para si e para seus familiares um padrão de vida, mobilidade, acesso e privilégios muito distante daquele que o próprio discurso político promete ao cidadão comum... No caso cubano, isso não é apenas uma impressão: há casos documentados de familiares de altos dirigentes vivendo no exterior e desfrutando de possibilidades que permanecem praticamente inacessíveis à maioria dos cubanos... E é justamente aí que eu faria a pergunta essencial: se um sistema é tão bom, justo e libertador quanto seu discurso afirma, por que aqueles que o dirigem frequentemente procuram para seus próprios filhos as oportunidades, a liberdade de circulação e as condições de vida oferecidas justamente pelos países capitalistas que criticam? Não acredito que devamos transformar isso numa disputa simplista entre esquerda e direita. A questão é muito mais profunda: qualquer projeto político deveria ser julgado pela vida concreta que proporciona às pessoas — e não pela beleza das palavras com que se apresenta... Quando existe uma distância enorme entre o que se prega para o povo e aquilo que se procura garantir para a própria família, temos o direito — e talvez até o dever — de perguntar onde termina a ideologia e começa a hipocrisia... Porque liberdade, igualdade e justiça social não deveriam ser privilégios reservados àqueles que estão no poder... Deveriam ser direitos vividos por todos.
Te entendo, Sandra… mas talvez o ponto esteja justamente aí: você está centrando seu argumento na repetição de explicações que, diante da realidade vivida hoje por esses povos, já não conseguem dar conta de tudo o que está acontecendo. Experimenta olhar além dos discursos, sentir e perceber concretamente a realidade de Cuba e também a dos demais povos latino-americanos que, por diferentes razões, estão se afastando da esquerda. Talvez aí você consiga compreender melhor o que está acontecendo. Eu falo também a partir da minha própria experiência: já fui militante comunista, ativista e, durante muito tempo, um ideólogo compulsivo. Repeti milhares de vezes exatamente esses mesmos argumentos — e não apenas os repeti: ensinei-os a crianças e jovens, com a convicção de quem acreditava estar transmitindo uma verdade. Hoje, olhando para trás, percebo que muitas vezes estávamos tão presos à narrativa que deixávamos de escutar a realidade. Por isso não quero simplesmente trocar uma ideologia por outra; quero me permitir olhar, sentir, questionar e, sobretudo, confrontar nossas ideias com a vida concreta das pessoas. Talvez esse seja o exercício mais honesto que podemos fazer.
Comentários
Postar um comentário