Confisco de bens de cidadãos e empresas norte-americanas
Após a Revolução Cubana de 1959, liderada por Fidel Castro, o novo governo confiscou propriedades, terras e ativos de empresas e cidadãos americanos, avaliados em bilhões de dólares, sem compensação adequada. Este ato foi visto pelos EUA como uma violação dos direitos de propriedade e dos princípios do livre mercado.
Confisco de propriedades e bens de opositores internos
O governo revolucionário também expropriou propriedades, contas bancárias e bens de cubanos que eram contrários à revolução ou que emigraram para os EUA. Isso afetou muitos exilados cubanos, que pressionaram o governo americano a tomar medidas contra o regime.
Não pagamento de empréstimos ao governo americano e instituições internacionais
O governo cubano interrompeu o pagamento de dívidas e empréstimos adquiridos com bancos e instituições dos EUA. Essa decisão prejudicou a confiança econômica entre os países e foi vista como um rompimento das normas de cooperação internacional.
Aproximação com a União Soviética e aliança ideológica comunista
O alinhamento de Cuba com a União Soviética, em plena Guerra Fria, foi um fator determinante. A nacionalização das empresas americanas foi acompanhada de uma aproximação política e econômica com o bloco socialista, o que aumentou as tensões entre Washington e Havana.
Uso indevido de fundos de parceiros estrangeiros
Exemplos como o financiamento chinês para projetos específicos, como termoelétricas, e o suposto uso indevido desses recursos para outros fins, alimentaram acusações de má gestão e falta de transparência do governo cubano. Isso deteriorou ainda mais sua reputação internacional, inclusive com possíveis parceiros comerciais.
Repressão política e violações dos direitos humanos
O governo cubano reprimiu severamente dissidentes políticos e adotou medidas autoritárias contra opositores internos, incluindo expropriações, prisões e execuções. O regime foi acusado de violar direitos humanos, o que contribuiu para justificar o bloqueio sob o argumento de defesa da democracia e liberdade.
Pressão de grupos exilados cubanos nos EUA
A forte presença de exilados cubanos, especialmente na Flórida, teve grande influência na política americana. Esses grupos pressionaram o governo dos EUA a adotar uma postura rígida contra o regime castrista, buscando isolar Cuba econômica e politicamente.
Preocupação com a exportação da revolução comunista
Cuba desempenhou um papel ativo em apoiar movimentos revolucionários na América Latina e na África, o que era visto pelos EUA como uma ameaça à estabilidade regional e aos interesses americanos. O bloqueio foi uma tentativa de limitar os recursos de Cuba para essas iniciativas.
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